O Movimento Maker e a construção de novas realidades

Falar sobre futuro não é tão legal quanto construí-lo. Ainda mais quando a gente sabe que pode fazer isso com as nossas próprias mãos.

Estamos sendo rodeados por mutações de uma cultura movida pelo propósito de fazer e compartilhar soluções práticas e concretas, e ela tem ganhado cada vez mais força.

Essa loucura toda teve início nas primeiras manifestações do movimento Do It Yourself (DIY), conhecido como Faça Você Mesmo. Você deve se lembrar da quantidade gigantesca de vídeos no Youtube seguindo essa premissa, certo? Vão desde tutoriais de customização de roupas até a criação do seu próprio foguete (sério).

O que começou com tutoriais de projetos manuais de fácil aplicação acabou tomando novas proporções, englobando projetos de robótica e eletrônica. E a evolução deste mindset de criação aliado a contextos mais amplos e mais avançados de solução de problemas deram origem ao que chamamos de Movimento Maker.

Falando assim parece um dragão de sete cabeças cuspindo fogo, mas ser um maker é muito mais simples do parece. Os makers, na maioria das vezes, são apenas leigos buscando por possibilidades que nunca enxergaram antes.

MAKERS são:

 

Afinal, qual foi a última vez que você criou alguma coisa colocando literalmente a mão na massa?

Não vale aquela pizza caseira do final de semana, mas também não precisa ser um robô de inteligência artificial. Pode ser aquela horta feita com vasos de garrafa pet que você projetou no quintal de casa ou a lousa improvisada que você montou na parede do escritório do trabalho.

Muita gente vê na cultura maker uma alternativa profissional e abandona suas profissões como advogados, arquitetos e contadores para produzirem carteiras, sabonetes e objetos impressos em 3D. Por que não?

Ser um maker é criar mais do que objetos e produtos.
É criar alternativas.

Explorando todos os tipos de campos possíveis, os makers serão capazes de ir muito além de onde já chegamos, repensando o mundo e construindo coisas que ainda nem foram pensadas.

E é assim que o Movimento Maker pode nos ajudar a estimular novos futuros: compreendendo como as coisas funcionam, enxergando o que há através delas e descobrindo de que forma podemos nos manter em constante evolução para construir a realidade que desejamos.

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